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Roteiro Monte Roraima: 10 Dias Passo a Passo

Roteiro completo de 10 dias no Monte Roraima com logística real, custos e itinerário dia a dia: de Boa Vista ao topo do tepui pela Venezuela.

Por Time TripMundão

O Monte Roraima fica parcialmente em território brasileiro, mas a trilha inteira está do outro lado da fronteira. Cem por cento do trekking acontece dentro do Parque Nacional Canaima, na Venezuela, a partir da Comunidade Indígena de Paraitepuy. O Brasil serve de portão de entrada: você pousa em Boa Vista, atravessa a fronteira e só então começa a expedição. São 10 dias, dois países, guia indígena obrigatório por lei, autorizações de dois órgãos distintos e custo estimado de R$9.000 a R$12.000 por pessoa incluindo passagem aérea. É a trilha mais logisticamente complexa do Brasil e, ainda assim, uma das mais procuradas por trilheiros brasileiros.

Vista do platô do Monte Roraima com formações rochosas e neblina ao fundo, perspectiva do acampamento no topo

Visão geral do roteiro

Dez dias é o número certo para o Monte Roraima. Com menos, a logística de fronteira e deslocamento consome dias que deveriam ser de trilha.

A estrutura: Dia 1 em Boa Vista (chegada e descanso), Dia 2 translado até Santa Elena de Uairén na Venezuela, Dias 3 a 9 com a expedição completa (7 dias de trekking, incluindo 2 a 3 dias no topo), Dia 10 de retorno a Boa Vista antes do voo.

A rota começa no aeroporto BVB em Boa Vista. De lá, aproximadamente 220 km até a fronteira em Pacaraima/Santa Elena de Uairén, cerca de 3h de carro. De Santa Elena, mais 90 a 100 km por estrada de piçarra em 4x4 até Paraitepuy, onde a trilha começa, mais 2h. A trilha percorre entre 90 e 120 km no total, dependendo do roteiro no topo.

O ponto mais alto é o Pico Maverick, com 2.810m em território venezuelano. O lado brasileiro chega a aproximadamente 2.734m. No topo, a temperatura oscila entre 10 e 20°C de dia e pode chegar próximo de 0°C à noite.

Para quem vai por agência brasileira, toda a logística de autorizações (ICMBio e INPARQUES) e o guia indígena obrigatório estão incluídos no pacote. Quem vai por conta própria resolve cada etapa separadamente, coberto em detalhes na seção de logística.

Dias 1 e 2: Boa Vista e a travessia para a Venezuela

Custo estimado: incluso no pacote de agência. Autônomos: hotel em Boa Vista na faixa de R$150–400/noite, refeições na faixa de R$40–90 por pessoa.

Dia 1 em Boa Vista

O voo chega ao aeroporto BVB. O Dia 1 é de descanso, briefing com a agência e comida roraimense de verdade.

O Mercado Municipal São Francisco funciona para o café da manhã seguinte: tapioca, bolo de macaxeira e paçoca de carne de sol. Para almoço ou jantar, o Restaurante Riu e o Recanto da Peixada servem o Peixe à Delícia, filé de dourado ao molho branco gratinado com banana à milanesa, o prato mais emblemático de Boa Vista. Se o voo chegou cedo o suficiente, o FlutuaíBv no Rio Branco recebe visitantes de quarta a domingo a partir das 11h para o pôr do sol no rio.

Durma cedo. A expedição começa amanhã.

Dia 2: a travessia

Saída de Boa Vista entre 10h e 13h dependendo da agência. São cerca de 3h de carro até Pacaraima, na fronteira com a Venezuela.

A travessia exige documento válido: RG com expedição há menos de 10 anos ou passaporte com mais de 6 meses de validade. Em 2022, no pós-pandemia, a fronteira estava exigindo passaporte e não aceitando apenas RG. A exigência pode ter mudado desde então; confirme antes de embarcar. A imigração venezuelana é obrigatória. E atenção: a fronteira está sujeita a condições políticas e já fechou durante a pandemia. Verifique o status antes de comprar qualquer passagem aérea.

Do outro lado, Santa Elena de Uairén é cidade pequena com estrutura básica de hotel e comércio. Reais são aceitos em muitos estabelecimentos; bolívares servem para despesas avulsas. Durma cedo: o Dia 3 começa antes de o sol nascer.

Valores de referência baseados em fontes de 2022–2023. Confirme antes de reservar.

Dia 3: Santa Elena → Paraitepuy → acampamento Rio Tek

Custo estimado: incluso no pacote de agência.

Saída de Santa Elena bem cedo. A van para obrigatoriamente em São Francisco de Yuruani para retirar a autorização do INPARQUES; o escritório fica no caminho. Quem vai por conta própria precisa contatar o INPARQUES com antecedência antes da viagem. De São Francisco, mais 90 a 100 km por estrada de piçarra em 4x4 até Paraitepuy, aproximadamente 2h. O Roraima e o Tepui Kukenan aparecem juntos no horizonte durante esse trecho.

Gran Sabana com Monte Roraima e Tepui Kukenan ao fundo, dia de sol, perspectiva da aproximação a pé

Em Paraitepuy começa a parte mais importante da logística: a apresentação ao guia indígena Pemón. Não é opcional. A lei venezuelana proíbe a entrada no Parque Nacional Canaima sem guia credenciado da comunidade. Junto com o guia chegam os carregadores (até 15 kg por carregador) e o cozinheiro, todos da Comunidade de Paraitepuy. Uma expedição de 14 turistas movimenta em média 55 pessoas entre guias, carregadores, cozinheiros e motoristas.

O primeiro trecho percorre a Gran Sabana exposta: sol intenso, sem sombra, muito diferente do frescor que vem depois. Beba água antes de sentir sede e aplique protetor solar antes de sair de Paraitepuy.

A tenda-banheiro portátil entra em operação a partir daqui. Os dejetos são coletados em cal e transportados por carregador exclusivo até Santa Elena. Não há improvisação no mato para sólidos. Essa é a regra, sem exceção.

Aproximadamente 6 a 8h de caminhada depois, o primeiro acampamento fica próximo ao Rio Tek.

Dias 4 e 5: Rio Kukenan e a subida pela Rampa

Custo estimado: incluso no pacote de agência.

Dia 4

O segundo dia de aproximação repete o padrão: savana aberta, sol e tepuis crescendo no horizonte. O Tepui Kukenan caminha em paralelo ao Roraima durante boa parte do trecho.

A principal passagem do dia é o cruzamento dos rios Tek e Kukenan. As pedras ficam molhadas e escorregadias. Meias de algodão têm melhor aderência do que sintéticas nesse tipo de superfície, segundo relatos de viajantes experientes no trecho. O acampamento do Dia 4 fica às margens do Rio Kukenan, com o paredão do Roraima dominando a vista.

Dia 5

A Rampa é subestimada por quem nunca fez trekking longo

O Dia 5 é o mais curto em quilômetros de toda a expedição e o mais difícil para o corpo. A Rampa é úmida, inclinada, com raízes, troncos e barro. Os joelhos e a musculatura trabalham de um jeito diferente dos dias anteriores, quando a caminhada era em savana plana. Quem não treinou especificamente para subidas íngremes vai sentir esse dia.

A subida atravessa a cachoeira chamada Passo das Lágrimas em algum ponto do percurso. Praticamente todo relato de viajantes a cita como memória forte do dia.

A chegada ao topo é abrupta no bom sentido. A temperatura cai imediatamente para entre 10 e 20°C. Os carregadores já terão montado o acampamento nos "hotéis", formações rochosas naturais que funcionam como abrigo no platô. As 3 refeições diárias são preparadas pelo cozinheiro da expedição; relatos confirmam refeições fartas no topo. A água é captada dos riachos do platô; use purificador ou hidrotabletes.

Dias 6 e 7: o topo

Custo estimado: incluso no pacote de agência.

Dia 6

5h30: Levantar antes do café da manhã e caminhar até La Ventana. Esta é a dica mais importante de todo o roteiro no topo: sair antes das 6h, sem comer, para chegar ao mirante enquanto ainda há claridade limpa. A neblina encobre a vista ao longo do dia. La Ventana mostra a parede leste do Roraima, o Tepui Kukenan e a floresta da Guiana lá embaixo. Com neblina, não tem nada para ver.

8h: Café da manhã no acampamento.

9h30: Jacuzzis Naturais. Sequência de poços com água cristalina de tons amarelados por sedimentos de quartzo. A temperatura da água fica entre 5 e 10°C. Leve roupa de banho.

11h: Vale dos Cristais. O solo coberto por cristais de quartzo com formações pontiagudas saindo de abismos e fendas. Fotografar à vontade. Retirar qualquer cristal é proibido e resulta em multa, com revista obrigatória na saída em Paraitepuy.

Vale dos Cristais com formações pontiagudas de quartzo em plano médio

14h: Caverna dos Guacharos (pode ser no Dia 7 dependendo da agência). Escuro e silêncio absolutos. Lar das aves guácharos. Leve lanterna.

Dia 7

Dia mais pesado em quilômetros do roteiro no topo: aproximadamente 18 km ao incluir as principais atrações. Leve almoço embalado.

8h: Saída para o Ponto Tríplice Fronteira. O marco piramidal com o nome dos três países é o único lugar do mundo onde se pode estar simultaneamente em Brasil, Venezuela e Guiana Inglesa.

Ponto Tríplice Fronteira com marco piramidal e nomes dos três países visíveis

11h30: El Fosso. Buraco natural com quedas d'água que leva a uma caverna subterrânea com galerias e piscinas geladas. A descida pelas colunas para nadar é fisicamente exigente. Um dos pontos mais fotogênicos e intensos do topo. Quem tem dificuldade com espaços fechados ou descidas em rocha úmida pode pular sem perder o essencial do roteiro.

14h: Pico Maverick (2.810m). O ponto culminante, na extremidade sul em território venezuelano. Em dias sem neblina, a vista alcança toda a savana da Gran Sabana. Adiciona 4 a 6h de caminhada e nem todos os roteiros padrão de 7 dias incluem. Confirme com a agência antes de partir se este ponto faz parte do itinerário contratado.

Dias 8 e 9: a descida e o retorno

Custo estimado: incluso no pacote de agência. Gorjeta para guias e carregadores não está inclusa.

Dia 8

A descida pela Rampa é menos exigente no esforço aeróbico, mas os joelhos sentem mais do que na subida. Bastões de trekking fazem diferença real neste trecho. O que subiu em névoa, desce com vista aberta para a Gran Sabana.

O acampamento fica na base novamente, próximo ao Rio Tek ou ao Rio Kukenan. Alguns grupos param em São Francisco de Yuruani para almoço no retorno, prática relatada por viajantes mas não garantida em todos os pacotes.

Dia 9

4x4 de Paraitepuy até Santa Elena, fronteira e estrada de volta a Boa Vista. São cerca de 5 a 6h de viagem total.

A gorjeta para guias e carregadores é esperada e praticada, mas o valor não é padronizado. Pergunte à agência o que é costume para o grupo antes de partir.

Uma expedição de 14 turistas desce da montanha carregando em média 60 kg de lixo e 48 kg de dejetos coletados ao longo de toda a trilha. O rigor ambiental do Monte Roraima não tem equivalente em nenhuma outra trilha brasileira.

Dia 10: Boa Vista, a recompensa gastronômica que ninguém conta

Custo estimado: refeições na faixa de R$40–90 por pessoa. Confirme horários com os estabelecimentos antes de planejar o dia.

Praticamente nenhum guia de trekking no Roraima cobre o Dia 10. O corpo voltou, a mochila está suja e o voo é à tarde ou à noite. Boa Vista tem o que precisa para encerrar.

A Damurida é o prato a buscar: ensopado de peixe com pimentas variadas, tucupi negro e cariru, de origem indígena Macuxi e Wapichana. Pergunte à agência ou ao hotel qual a indicação mais atualizada, porque o mapa de restaurantes muda. Para algo mais garantido, o Restaurante Riu e o Recanto da Peixada servem peixes amazônicos como tambaqui, pirarucu e matrinxã, além do Peixe à Delícia que abriu o roteiro no Dia 1.

Se o voo for noturno e o horário ajudar, o FlutuaíBv no Rio Branco tem passeio de barco ao pôr do sol nos fins de semana. A expedição começou olhando para o tepui do lado de fora. Encerrar em Boa Vista com comida indígena roraimense fecha o ciclo de um jeito que nenhum outro guia de Roraima propõe.

Conteúdo específico sobre o que fazer em Boa Vista antes e depois do trekking está disponível para aproveitar melhor esses dois dias na cidade.

Variações por perfil

Aventureiro que quer mais tempo no topo

O roteiro padrão de 7 dias de trekking não inclui a Proa, o Lago Gladys nem o Circuito Místico Catedral. Quem quer essas atrações precisa de 9 a 10 dias no topo e do pacote certo. A Proa é a extremidade norte do tepui, em território da Guiana, o enquadramento mais icônico do Roraima visto de cima, com cerca de 3h adicionais de caminhada a partir do acampamento. O Circuito Místico Catedral, com formações rochosas, labirintos e cachoeiras internas, é oferecido pela Pisa Trekking e pela Desviantes. Confirme na hora de contratar qual roteiro está incluso no pacote.

Perfil econômico

Contratar com operadora mais acessível ou diretamente com guia venezuelano em Santa Elena reduz o custo de forma significativa. Em dados de 2023, operadoras como Clube Native e PlanetaEXO ofereciam pacotes entre R$4.800 e R$6.200 por pessoa, consideravelmente abaixo das opções com roteiros mais completos. Contratação direta com guia da comunidade em Paraitepuy pode sair ainda abaixo desse valor, mas as autorizações ICMBio e INPARQUES ficam por conta do viajante, assim como a comunicação em espanhol.

Preços de referência baseados em dados de 2023. Confirme antes de reservar.

Fotógrafo ou videomaker

Prioridade absoluta para os Dias 6 e 7 no topo. La Ventana antes das 6h é inegociável. El Fosso e o Vale dos Cristais são os enquadramentos mais difíceis de replicar em qualquer outro lugar do mundo. Para drone, há cobrança de taxa (valor e local de pagamento: confirme diretamente com a agência antes de embarcar com o equipamento).

Plano B: o que fazer quando chove

A chuva não cancela o trekking no Monte Roraima. A expedição continua com qualquer clima. O que muda é a experiência: lama intensa na Rampa, neblina densa no topo e mirantes como La Ventana fechados por nuvens.

No topo em dia chuvoso, a opção é ficar nos "hotéis" e conversar com os guias Pemón. As histórias da montanha e da comunidade são a parte da experiência que viajantes com pressa sistematicamente perdem. Chuva pesada no platô é dia de contemplação, não de cancelamento.

Em Boa Vista, nos Dias 1 ou 10, a Orla Taumanan ao longo do Rio Branco funciona mesmo com chuva leve. O Museu Integrado de Roraima e o Parque Anauá são alternativas para dias fechados.

A época chuvosa vai de abril a setembro, com pico entre maio e agosto. As cachoeiras nos paredões do platô ficam com muito mais volume nesse período. Para aventureiros experientes que já fizeram trekking de múltiplos dias, não é o pior cenário. Para quem nunca fez expedição longa, espere a estação seca de novembro a março.

Dicas de logística

Agências: as brasileiras com pacotes ativos incluem Roraima Adventures, Pisa Trekking, Clube Native, Lugarejos, PlanetaEXO e Desviantes. Em alta temporada (novembro a março), reserve com no mínimo 30 a 60 dias de antecedência. A Lugarejos, em dados de maio de 2026, aceita parcelamento em 25% de entrada mais 10x sem juros, com 5% de desconto no PIX.

Custo total: os pacotes de agências brasileiras variam entre R$5.500 e R$8.450 por pessoa (dados de 2023 a 2026). Passagem aérea até BVB custa de R$1.000 a R$3.000 dependendo da origem. Gorjetas não estão inclusas. O total real fica entre R$9.000 e R$12.000 por pessoa.

Transporte Boa Vista → Santa Elena: os pacotes de agência incluem o translado completo — você não precisa se preocupar com nada além de aparecer em Boa Vista. A saída costuma ser pela manhã, entre 10h e 13h, dependendo da agência. Se for de forma autônoma, a distância é de ~220 km (cerca de 3h de carro). Verifique disponibilidade de ônibus rodoviário saindo de Boa Vista ou contrate um transfer privado — a maioria das agências em Santa Elena opera esse percurso. De Santa Elena até Paraitepuy são mais ~90 a 100 km de estrada de piçarra, percorridos em 4x4 (cerca de 2h): esse trecho está incluído nos pacotes e, para quem vai por conta própria, é contratado diretamente com operadores em Santa Elena.

Câmbio: em Santa Elena, reais são aceitos em muitos comércios. Em 2022, viajantes brasileiros relataram que PIX funcionava para pagamentos locais — verifique a situação atual antes de contar com isso. Bolívares venezuelanos são necessários para despesas avulsas menores (farmácia, lanchonete, mercadinho). As casas de câmbio ficam concentradas na "Esquina dos Quatro Cantos" de Santa Elena. Não carregue dinheiro em excesso para a trilha: depois que você sai de Paraitepuy, não há nada para comprar.

Documentos: RG com expedição há menos de 10 anos ou passaporte com mais de 6 meses de validade. Segundo o EntreParquesBR (fevereiro de 2024), brasileiros não precisam de visto para entrar na Venezuela, e o RG é suficiente — com passaporte, o processo de imigração pode ser mais lento, não mais rápido. Ainda assim, em maio de 2022, a fronteira estava exigindo passaporte (período pós-pandemia). Confirme a exigência atual antes de comprar a passagem. A vacina de febre amarela pode ser exigida na travessia.

Autorizações: a autorização ICMBio fica em Pacaraima, na sede do Parque Nacional do Monte Roraima (Av. Pan Americano S/N, BV-8). O horário registrado é 8h–12h e 14h–17h30, telefone (95) 3592-1085, e-mail parnamonteroraima@icmbio.gov.br — esses dados são de 2017, confirme antes de chegar. A autorização INPARQUES se retira presencialmente em São Francisco de Yuruani, no caminho de Santa Elena para Paraitepuy: peça ao motorista para parar lá. Para quem vai por agência, tudo isso está incluso no pacote. Para autônomos, os dados de contato de ambos os órgãos precisam de verificação urgente — o processo pode ter mudado significativamente desde a última documentação pública.

Fronteira: verifique as condições antes de comprar qualquer passagem aérea. É o único ponto do roteiro que nenhuma agência pode controlar por você.

Verifique horários e funcionamento atualizados com a agência ou diretamente nos órgãos antes de viajar.

Para a lista completa de equipamentos obrigatórios, processo de autorizações passo a passo e informações de segurança, consulte o guia completo do Monte Roraima.

Para escolher a melhor época segundo seu perfil, veja quando ir ao Monte Roraima com a tabela de clima mês a mês.

Para comparar o custo entre agência brasileira e guia direto venezuelano em detalhes, leia quanto custa o trekking do Monte Roraima.

Valores aproximados. Confirme antes de reservar.

Antes de fechar a reserva

Reserve com pelo menos 60 dias de antecedência para a alta temporada de novembro a março. Antes de comprar a passagem aérea para Boa Vista, confirme dois pontos que nenhuma agência controla por você: as condições atuais da fronteira Venezuela e o documento exigido para brasileiros (RG ou passaporte). Esses são os únicos fatores do roteiro que dependem exclusivamente de você resolver.

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